I want to feel your heart beating in my hands
And destroy it like an old toy.
My heart was bleeding slowly.
Now is as dry as the brightness of my eyes.
Empty.
I used to breathe for you.
I used to see in the morning
I used to have his smile
But now I have nothing.
I was what you wanted most
And you had me in the palm of your hand.
Now, I do not know why, my head hurts,
And I'm so afraid.
Afraid to dream.
Fear that you are in my dreams.
His cold lips, his warm heart.
Fear of never waking up.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
You Could Be Mine.
Well, ontem eu vim aqui, simplesmente pra desabafar. E no post anterior eu falei de uma pessoa que entrou na minha vida recentemente, mas já causou.. uma explosãão! Bem, eu estava, mas do que tudo, precisando de um ombro amigo, até que você apareceu e me fez sentir que eu não podia te deixar... assim... do nada.
Mas enfim, estou feliz, feliz por que você é meu pai agora. Isso, pai. Isso é tão legal, mesmo você não sendo tão mais velho do que eu. Você é meu pai, olha que mágico isso! Bem, e esse post de hoje é todo dedicado a você, pra eu expressar aquilo que eu estou sentindo, sem ter que pular no seu pescoço e jogar confetes. Isso soa muito engraçado, mas é verdade.
Anyway, a verdade é que eu te amo, e muito, e você está me fazendo ouvir Guns N' Roses hoje, coisa que ninguém faz. Acredite, você conseguiu algo que ninguém consegue, então fique feliz. Mas... mas do que tudo lhe agradeço por três coisas, principalmente. Obrigado por colocar um sorriso no meu rosto, por me dar seu nome e seu amor. Eu te amo, Wintër. Pai.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Um pequeno desabafo...
Ao som de Black Sabbath, estou vindo contar como tem sido meus dias.
Eles têm sido meio estranhos, eu diria, mas realmente, estou realmente feliz. Como há tempos não me sentia. Pessoas que tenho conversado ultimamente, amigos que me fazem falta, amigos que eu vejo todos os dias, pessoas que entram na minha vida agora, que entraram já, não tem nem tanto tempo assim, mas que já conquistaram minha confiança e meu coração.
Eu acho um pouco engraçado... É o primeiro post que eu estou usando pra desabafar, pra botar pra fora o que tem na minha mente. Eu sou um pouco sentimental. Quer dizer... eu estou sentimental. Estou mesmo. Até uns dias atrás o sentimento de solidão voltou com força total. Me senti realmente mal, mas eu tenho que aqui, enquanto escrevo, dar créditos a algumas pessoas que tem me apoiado, e colocado um sorriso no meu rosto, enquanto meu interior tem tido a profunda vontade de se desgastar no choro. Fag, você é o primeiro que agradeço, além de ser meu amigo a muito, muito tempo. (Leia-se: Dois anos) E ainda me aguentar, eu só tenho o que te agradecer, mesmo sentindo tua falta esses dias. Segundo, Stefan. Você é uma bicha, bicha enrustida, mas eu te amo, por que se não amasse, seu nome não estaria aqui. Obrigada, você. Terceiro... Nesse 'terceiro' eu vou citar quatro pessoas. Que apareceram na minha vida agora, mas já conseguiram ganhar meu coração: Robert, Gunslinger, Wintër e Sebastian. Vocês são uns capetas filhos das mães de vocês. Chegaram na minha vida agora, eu já amo vocês incondicionalmente. Ok, menos Noodle. Mas eu realmente precisava colocar isso pra fora. Well, quarto, mas não último e nem menos importante, duas pessoas. Duas pessoas que mudaram minha vida desde quando entraram nela, essas pessoas chamam-se Grenouille e Edward Vicenzi. Eu agradeço a vocês, por tudo, realmente tudo.
Bem, ainda existem algumas pessoas que eu gostaria de agradecer, mas não posso falar o nome de todas, mas sim, vocês estão todas no meu coração, mesmo o nome de vocês não estando aqui, desculpem-me por isso. Saibam que, vocês fazem uma diferença enorme, e, por Deus, são as pessoas que eu amo, muito, muito mesmo.
E fora também as pessoas que não chegaram na minha vida, fiquem sabendo que, se chegarem da maneira certa, sim, vocês terão um espaço nesse meu 'coração de mãe'.
Agradeço a todos vocês, mesmo.
Eles têm sido meio estranhos, eu diria, mas realmente, estou realmente feliz. Como há tempos não me sentia. Pessoas que tenho conversado ultimamente, amigos que me fazem falta, amigos que eu vejo todos os dias, pessoas que entram na minha vida agora, que entraram já, não tem nem tanto tempo assim, mas que já conquistaram minha confiança e meu coração.
Eu acho um pouco engraçado... É o primeiro post que eu estou usando pra desabafar, pra botar pra fora o que tem na minha mente. Eu sou um pouco sentimental. Quer dizer... eu estou sentimental. Estou mesmo. Até uns dias atrás o sentimento de solidão voltou com força total. Me senti realmente mal, mas eu tenho que aqui, enquanto escrevo, dar créditos a algumas pessoas que tem me apoiado, e colocado um sorriso no meu rosto, enquanto meu interior tem tido a profunda vontade de se desgastar no choro. Fag, você é o primeiro que agradeço, além de ser meu amigo a muito, muito tempo. (Leia-se: Dois anos) E ainda me aguentar, eu só tenho o que te agradecer, mesmo sentindo tua falta esses dias. Segundo, Stefan. Você é uma bicha, bicha enrustida, mas eu te amo, por que se não amasse, seu nome não estaria aqui. Obrigada, você. Terceiro... Nesse 'terceiro' eu vou citar quatro pessoas. Que apareceram na minha vida agora, mas já conseguiram ganhar meu coração: Robert, Gunslinger, Wintër e Sebastian. Vocês são uns capetas filhos das mães de vocês. Chegaram na minha vida agora, eu já amo vocês incondicionalmente. Ok, menos Noodle. Mas eu realmente precisava colocar isso pra fora. Well, quarto, mas não último e nem menos importante, duas pessoas. Duas pessoas que mudaram minha vida desde quando entraram nela, essas pessoas chamam-se Grenouille e Edward Vicenzi. Eu agradeço a vocês, por tudo, realmente tudo.
Bem, ainda existem algumas pessoas que eu gostaria de agradecer, mas não posso falar o nome de todas, mas sim, vocês estão todas no meu coração, mesmo o nome de vocês não estando aqui, desculpem-me por isso. Saibam que, vocês fazem uma diferença enorme, e, por Deus, são as pessoas que eu amo, muito, muito mesmo.
E fora também as pessoas que não chegaram na minha vida, fiquem sabendo que, se chegarem da maneira certa, sim, vocês terão um espaço nesse meu 'coração de mãe'.
Agradeço a todos vocês, mesmo.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Warmness On The Soul - Avenged Sevenfold.
Your hazel green tint eyes watching every move I make
And that feeling of doubt, it's erased
I'll never feel alone again with you by my side
You're the one, and in you I confide
And we have gone through good and bad times
But your unconditional love was always on my mind
You've been there from the start for me
And your love's always been true as can be
I give my heart to you
I give my heart, cause nothing can compare in this world to you
And we have gone through good and bad times
But your unconditional love was always on my mind
You've been there from the start for me
And your love's always been true as can be
I give my heart, cause nothing can compare in this world to you.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Velando um amor.
Sabe quando um amor morre?
Quando um amor morre é de bom tom que se faça uma celebração alegre. Esse foi agora e parece que não subiu ao céu, ainda não encontrou o caminho da luz...
Pra que esse amor vá em paz, eu proponho o brinde e o velório:
Fim de semana em chamas.
Tua mão desliza perna ao pé,
Hoje o dia é vermelho.
Sou abafada quando me beija,
Sossegada quando te abraço.
Macio.
Vou pra lá, penso, assisto algumas imagens quaisquer que não me dizem nada.
Volto no teu cabelo, e pele e esfrega e puxo e entro.
Dentro e fora,
Vivo em nuvens e sonho em vinho rosê.
Fiz sexo com a realeza,
Dormi com o pequeno príncipe.
Beijei o teu rosto, derramei uma lágrima, lembrei-me de teu sorriso,
Vá dormindo com o pequeno príncipe.
Quando um amor morre é de bom tom que se faça uma celebração alegre. Esse foi agora e parece que não subiu ao céu, ainda não encontrou o caminho da luz...
Pra que esse amor vá em paz, eu proponho o brinde e o velório:
Fim de semana em chamas.
Tua mão desliza perna ao pé,
Hoje o dia é vermelho.
Sou abafada quando me beija,
Sossegada quando te abraço.
Macio.
Vou pra lá, penso, assisto algumas imagens quaisquer que não me dizem nada.
Volto no teu cabelo, e pele e esfrega e puxo e entro.
Dentro e fora,
Vivo em nuvens e sonho em vinho rosê.
Fiz sexo com a realeza,
Dormi com o pequeno príncipe.
Beijei o teu rosto, derramei uma lágrima, lembrei-me de teu sorriso,
Vá dormindo com o pequeno príncipe.
sábado, 28 de novembro de 2009
A parada dos homens sem coração.
Perdidos num mundo em que não conhecemos,
Vagamos sozinhos, por milhas e milhas.
Esperando a boa vontade dos humanos que nos cercam,
Por que não sabem quem somos.
Eles esperam que tomemos alguma decisão,
Mas continuamos a marchar,
Pra um lugar que não conhecemos.
Eles esperam ver nossos sorrisos,
Enquanto só temos lágrimas.
Eles esperam ver cabeças erguidas,
Enquanto nós só temos pouco a oferecer.
Não somos amantes da discórdia,
Muito menos da solidão.
Porém tivemos corações magoados e sem esperanças.
Somos quem somos, pessoas de bem, mas sem coração.
Humanos talvez, não sabemos.
Sabemos que, basta um gesto.
Pra sabermos nosso lugar.
Somos fortes, mas somos sozinhos.
Somos fracos, mas temos luz.
Nesse mundo em que somos alvos,
De um lugar em que ninguém nos conhece.
Tivemos nossas cabeças quase cortadas,
Mas nosso coração retirado.
Retraído, machucado.
Enfim, sozinhos, perdidos.
Estamos aqui, diante de todos.
De olhos aguados. De um dia nublado.
No lugar onde ninguém nos conhece.
Vagamos sozinhos, por milhas e milhas.
Esperando a boa vontade dos humanos que nos cercam,
Por que não sabem quem somos.
Eles esperam que tomemos alguma decisão,
Mas continuamos a marchar,
Pra um lugar que não conhecemos.
Eles esperam ver nossos sorrisos,
Enquanto só temos lágrimas.
Eles esperam ver cabeças erguidas,
Enquanto nós só temos pouco a oferecer.
Não somos amantes da discórdia,
Muito menos da solidão.
Porém tivemos corações magoados e sem esperanças.
Somos quem somos, pessoas de bem, mas sem coração.
Humanos talvez, não sabemos.
Sabemos que, basta um gesto.
Pra sabermos nosso lugar.
Somos fortes, mas somos sozinhos.
Somos fracos, mas temos luz.
Nesse mundo em que somos alvos,
De um lugar em que ninguém nos conhece.
Tivemos nossas cabeças quase cortadas,
Mas nosso coração retirado.
Retraído, machucado.
Enfim, sozinhos, perdidos.
Estamos aqui, diante de todos.
De olhos aguados. De um dia nublado.
No lugar onde ninguém nos conhece.
De tantas pessoas, por que eu? Exatamente quando eu estou caindo, você vem e me estende a mão. Me impedindo de cair.
Me impedindo de acabar.
E por que?
Com tantos seres pra salvar... Por que eu? Por que me escolher?
Dizem que o monstro se esconde
E que a noite o diabo se disfarça
A cada movimento feito, é um cuidado a se tomar
Ele poderá vir atrás de você.
Eu não tenho medo de viver, e não preciso me esconder pra isso. Nessa cidade onde ninguém me vê. Principalmente você.
É tão, tão... estranho. Vazio e escuro. É como a morte da noite.
Eu vi que o perigo mora ao seu lado.
Na casa número 2.
E se você não tomar cuidado,
Sim, você não tem como escapar.
Eu desejei tanto que isso não acontecesse. Mas é como um toque do destino. As coisas mudam. Vem e vão. E é desse jeito que vou aprendendo a viver a vida.
Caindo. Caindo e levantando.
Me impedindo de acabar.
E por que?
Com tantos seres pra salvar... Por que eu? Por que me escolher?
Dizem que o monstro se esconde
E que a noite o diabo se disfarça
A cada movimento feito, é um cuidado a se tomar
Ele poderá vir atrás de você.
Eu não tenho medo de viver, e não preciso me esconder pra isso. Nessa cidade onde ninguém me vê. Principalmente você.
É tão, tão... estranho. Vazio e escuro. É como a morte da noite.
Eu vi que o perigo mora ao seu lado.
Na casa número 2.
E se você não tomar cuidado,
Sim, você não tem como escapar.
Eu desejei tanto que isso não acontecesse. Mas é como um toque do destino. As coisas mudam. Vem e vão. E é desse jeito que vou aprendendo a viver a vida.
Caindo. Caindo e levantando.
domingo, 22 de novembro de 2009
Da última vez eu me lembro de ter voado.
Voado pra longe... Me lembro de ter visto frutas. Cerejas.
Me lembro de ter visto ouro... e ter visto sangue. Me lembro de ter visto aquilo que é mais escuro.
Me lembro que também não ter visto nada.
Me lembro de ter ficado cega.
Me lembro de ter morrido. Me lembro de um hospital. Me lembro de soros, de sangue, de nostalgia.
Me lembro de ter feito tudo aquilo que eu não queria.
Me lembro de ter te deixado lá, estirado no chão. Me lembro de sirenes. Me lembro de sinos depois.
Mas de nada mais lembro quando eu vejo você.
Voado pra longe... Me lembro de ter visto frutas. Cerejas.
Me lembro de ter visto ouro... e ter visto sangue. Me lembro de ter visto aquilo que é mais escuro.
Me lembro que também não ter visto nada.
Me lembro de ter ficado cega.
Me lembro de ter morrido. Me lembro de um hospital. Me lembro de soros, de sangue, de nostalgia.
Me lembro de ter feito tudo aquilo que eu não queria.
Me lembro de ter te deixado lá, estirado no chão. Me lembro de sirenes. Me lembro de sinos depois.
Mas de nada mais lembro quando eu vejo você.
sábado, 14 de novembro de 2009
Luzes. É tudo aquilo que consigo ver. Luzes e mais luzes.
Luzes brancas em cima de mim. Todas elas me assombram.
Todos sabem que tenho medo de todas elas. E a única palavras que me vem na cabeça.
Ordem.
Falta de ordem, falta ordem. Meus dedos tremem. Tremem muito por causa de meu nervosismo e da grande quantidade de medicamentos que tomei.
Já não faço mais ideia de onde possa estar, mas sei que é um lugar bem ruim.
Pessoas correndo, azul, branco, rostos. Pessoas tentando fazer algo pra mim.
Confusão. E nada mais consigo entender. Nada me vem na mente, estou sem sentindos, estou mal. E nada mais faz sentido pra mim. Tudo escuro, tudo tão... vazio.
Sinto um corpo próximo ao meu. Mas quem será? Não ouço nada, não vejo muito bem, mas sinto alguém próximo a mim. Posso sentir sua respiração. Mas que raios de pessoa será essa?
Por um instante consigo abrir os olhos. Vejo branco. Absolutamente tudo branco. E então começo a ver a cor vermelha. Sangue. Esse eu reconheço bem.
A minutos atrás, com ele nas mãos, posso sentir, é viscoso e escarlate. E mancha. Tinha meus dedos trêmulos manchados por ele. Mas onde eu estaria?
Luzes brancas em cima de mim. Todas elas me assombram.
Todos sabem que tenho medo de todas elas. E a única palavras que me vem na cabeça.
Ordem.
Falta de ordem, falta ordem. Meus dedos tremem. Tremem muito por causa de meu nervosismo e da grande quantidade de medicamentos que tomei.
Já não faço mais ideia de onde possa estar, mas sei que é um lugar bem ruim.
Pessoas correndo, azul, branco, rostos. Pessoas tentando fazer algo pra mim.
Confusão. E nada mais consigo entender. Nada me vem na mente, estou sem sentindos, estou mal. E nada mais faz sentido pra mim. Tudo escuro, tudo tão... vazio.
Sinto um corpo próximo ao meu. Mas quem será? Não ouço nada, não vejo muito bem, mas sinto alguém próximo a mim. Posso sentir sua respiração. Mas que raios de pessoa será essa?
Por um instante consigo abrir os olhos. Vejo branco. Absolutamente tudo branco. E então começo a ver a cor vermelha. Sangue. Esse eu reconheço bem.
A minutos atrás, com ele nas mãos, posso sentir, é viscoso e escarlate. E mancha. Tinha meus dedos trêmulos manchados por ele. Mas onde eu estaria?
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Amigo... O que muda em nossa vida quando sabemos o significado dessa palavra? Bem amigo, queria primeiro que você soubesse que sem você, eu não saberia algumas coisas que sei, não seria algumas coisas que sou. E principalmente, não saberia encarar isso sozinha. De mãos dadas contigo pude aprender coisas que não sabia, e viver coisas que nunca tinha sequer ouvido falar. Acho que de uns tempos, você se tornou alguém essencial em minha vida. Pessoas como você... tão raras de se encontrar. Tenho vontade de te abraçar. De te transformar em um urso de pelúcia e te deixar lá, na minha redoma de vidro... pra sempre. Mas sabe, ter você comigo é uma ótima idéia. De tudo. E mesmo que eu pareça distante, você sabe muito bem o que faz comigo. Você me conforta, e eu agradeço imensamente por isso.
Só o que lhe peço é que você esteja sempre comigo. Que nunca se afaste. Para que possa me acalentar. Para que possa estar comigo, simplesmente por estar. Simplesmente pra que sua presença me faça rir. Para que eu possa chorar no seu colo quando tudo tiver fim. Pra que eu possa perturbar você. E por mais idiota que isso pareça, o melhor amigo se resume a você.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Missing.
Sabe quando você sente que falta algo? Você procura, procura, procura. E nunca acha?
Você se sente vazio, e sente apenas que tudo não passou de coisas da sua cabeça?
Me sinto assim. Sozinha. Vazia.
E tão perdida.
Tão estática. Automática. Tão deserta.
Friamente calculada.
Extensamente... vã.
Você se sente vazio, e sente apenas que tudo não passou de coisas da sua cabeça?
Me sinto assim. Sozinha. Vazia.
E tão perdida.
Tão estática. Automática. Tão deserta.
Friamente calculada.
Extensamente... vã.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Eu quero sentir teu corpo. Eu quero tocar você.
Eu quero apenas mais um motivo pra estar perto de você. Sentir sua pele, seus toques, sua boca. Ah, o gosto doce de sua boca. Sua boca tão fina e rosada e ao mesmo tempo tão convidativa. Me faz querer beijá-la mais e mais. Me faz querer ter você a cada instante, querer te sentir dentro de mim. Querer que você me possua, que você profira as palavras obscenas que sabe que eu gosto de ouvir quando estamos juntos. Quando nossos corpos se movimentam, trabalhando juntos em busca do prazer.
Quando eu estou com você.
Enquanto o meu suor mistura-se com o seu, sentimentos esvaiam-se. E com eles, sorrisos vitoriosos por termos alcançado nosso auge de prazer. É como se tudo isso valhesse a pena, mesmo que seja totalmente errado. Você sabe que eu sou insana, pecadora, vadia. E tenho todos os motivos do mundo pra que você acredite em mim. Você gosta de ouvir gemidos, os meus gemidos. Gemidos sujos que proferem o seu nome enquanto você se ocupa em tomar meu corpo pra si. Enquanto estamos em busca de satisfação. Juntos. Em um ritmo único.
Afogados na sujeira sexual. Eu e você, sozinhos.
Eu quero apenas mais um motivo pra estar perto de você. Sentir sua pele, seus toques, sua boca. Ah, o gosto doce de sua boca. Sua boca tão fina e rosada e ao mesmo tempo tão convidativa. Me faz querer beijá-la mais e mais. Me faz querer ter você a cada instante, querer te sentir dentro de mim. Querer que você me possua, que você profira as palavras obscenas que sabe que eu gosto de ouvir quando estamos juntos. Quando nossos corpos se movimentam, trabalhando juntos em busca do prazer.
Quando eu estou com você.
Enquanto o meu suor mistura-se com o seu, sentimentos esvaiam-se. E com eles, sorrisos vitoriosos por termos alcançado nosso auge de prazer. É como se tudo isso valhesse a pena, mesmo que seja totalmente errado. Você sabe que eu sou insana, pecadora, vadia. E tenho todos os motivos do mundo pra que você acredite em mim. Você gosta de ouvir gemidos, os meus gemidos. Gemidos sujos que proferem o seu nome enquanto você se ocupa em tomar meu corpo pra si. Enquanto estamos em busca de satisfação. Juntos. Em um ritmo único.
Afogados na sujeira sexual. Eu e você, sozinhos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Hey, my love. Look at me, I'm here!
Ela pensou... pensou que perderia aquilo que já havia conquistado em sua vida. Pensou que tudo seria mais fácil se as coisas fossem menos doloridas... pensou na família... Não poderia abandoná-los. Ou poderia? Pensou em tudo. Finalmente, pensou nele. Pensou no que poderia acontecer.
Aconteceria algo?
Recordou-se das inúmeras vezes em que ele dissera que a amava. Enquanto ela estava em seus braços fortes, sendo acalentada por ele. Fazia tanto sentido. Mas depois recordou-se das noites frias e vazias que passava, sem tê-lo para abraçá-la e dizer que tudo estava bem e que ela não precisava preocupar-se com absolutamente nada.
Era isso que ela pensava quando ele lhe dizia aquilo... mas e as outras noites?
As outras noites em que ele chegava em casa cheirando a álcool e cigarros, e um perfume barato impregnado em suas roupas. Das vezes em que ele só a olhava quando se deitava pra dormir, e mesmo assim nenhum sussurro de 'boa noite' ela ouvia.
As malditas vezes em que ela chorava. Chorava por ele não prestar atenção na situação que se passava. Sussurros magoados. Por que ele não retribuía o carinho. Por que ele não a via com os mesmos olhos de antes.
Por que acabara o amor. E ela não queria admitir. Ela se dizia forte. Ou era isso que pensava ser... diante dele.
Foi embora. Deixando tudo para trás, lembranças, tristezas, sorrisos e o amor.
Ela não queria admitir a perda, mas não queria chamar a atenção.
"Hey meu amor, eu estou aqui."
Ela queria ser amada. De novo. Queria ter alguém melhor.
Ela não queria sentir mais as consequencias de uma vida tão injusta.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Uma chuva de flocos de açúcar.
A vida é linda. Pode acreditar. Mesmo que aconteça tudo aquilo que acontece, ela é linda, de qualquer jeito. Ela é doce e saborosa. Uma vez me disseram que existem pessoas doces, salgadas, amargas, ácidas e apimentadas. Uma é o oposto da outra. Cada uma delas é diferente, com sua própria personalidade. Buscando, em cada lugar que elas atuam, saber sempre mais. Pessoas doces fornecem carinho, pessoas salgadas oferecem tristeza, pessoas amargas oferecem rancor, os ácidos, humor negro. Os apimentados são a adição de tudo isso. É incrível como pessoas tão iguais parecem tão diferentes vistas de outro posto de vista. É estranho e totalmente tenso, eu sei. Mas é uma coisa tão... sutil. É, estranho, mas muito sutil. Com o passar dos anos fui várias pessoas. Doce, salgada, amarga e ácida. Me tornei apimentada, num estágio mais... agridoce, digamos. Tudo depende de seu ponto de vista, da opinião que melhor lhe cabe. Eu fiz meu mundo mais colorido, e da pimenta extraí as coisas mais doces e mais felizes. Sim, eu sou feliz. E minha felicidade é completa e inteira. Mas é tudo questão de tempo e até mesmo observação.
Eu quero oferecer, tudo o que há de doce em mim, mesmo que parece até pouco, não importa, quero compartilhar o sabor açucarado que a pimenta tem. Compartilhar esse gosto rude e ao mesmo tempo suave. Quero distribuir, essa é a palavra, distribuir a sinceridade na doçura inocente. Onde tudo que eu quiser será do meu sabor. O que há de mais doce em minha vida. Assim como uma chuva de flocos de açúcar.
Eu quero oferecer, tudo o que há de doce em mim, mesmo que parece até pouco, não importa, quero compartilhar o sabor açucarado que a pimenta tem. Compartilhar esse gosto rude e ao mesmo tempo suave. Quero distribuir, essa é a palavra, distribuir a sinceridade na doçura inocente. Onde tudo que eu quiser será do meu sabor. O que há de mais doce em minha vida. Assim como uma chuva de flocos de açúcar.
domingo, 6 de setembro de 2009
Rain
Well... Se eu for parar para pensar em tudo, a primeira coisa que me vem à cabeça é a chuva. Ela me acalma, me conforta, me faz sonhar acordada, me faz dormir e pensar. Ela me salva de situações indesejadas, mas também sabe atrapalhar. Em horas boas ou ruins. Às vezes ela está lá, às vezes não... Ela me dá forças, ela me diz, em silêncio, tudo aquilo que eu preciso ouvir. De vez em quando, traz com ela seus amigos trovões e relâmpagos. Eles vem me visitar quando percebem que eu estou triste. Vem tentar me dizer que eu não preciso me abalar por nada. Ela me faz esquecer, perdoar, e de vez em quando, me socorrer. Ela traz coisas boas pra mim, como a inspiração pra escrever isto, mas me traz também um belo resfriado, dias de nariz com coriza e rouquidão. Hoje choveu. Mas eu não reclamo, pois cada vez que eu melhoro, lá está ela, triste e silenciosa, fechando os céus de algodão e me fazendo admirá-la. Mesmo que só pareça água.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
It's not easy thing.
Okay, quem disse que o amor é uma coisa fácil?
Pois bem, não é. Não tenho medo de dizer o que penso, fazer as coisas que quero e de ser quem eu sou. Eu me sinto 'mais eu' quando eu estou do lado de alguém que amo. Me sinto feliz. O amor é uma coisa boa, uma coisa que não é fácil, mas boa. Eu não tenho medo de amar, não me importo em me entregar em relacionamentos que eu não sei se darão certo. Eu sou frágil. Mas mesmo assim não importo em delegar meu amor. Tenho plena ciência de que vou estar com uma outra pessoa que pode ser totalmente como eu, ou pode ser completamente diferente, em gosto, jeito e maneira de pensar e agir. O que me importa é o amor que ela me dá. Isso importa pra mim. Amar é ser correspondido é a melhor coisa que existe. É gosto mais doce, o perfume mais suave, o toque mais macio e delicado, o tom mais gostoso de se ouvir. São cordas de um instrumento, que tocadas no mesmo tom, vibram juntas. O amor está unido a felicidade. E se é essa felicidade que tanto busco se consiste no amor, vou amar sem nenhum medo de ser feliz. Mesmo que isso me traga prejuízos depois. Quem liga? Isso é apenas questão de adquirir experiência pra minha vida curta. Sou como qualquer outro ser humano apaixonado. Totalmente entregue a pessoa amada. E isso é uma coisa que não se explica. Afinal, nada que vem do amor é tão fácil e simples de se explicar.
Pois bem, não é. Não tenho medo de dizer o que penso, fazer as coisas que quero e de ser quem eu sou. Eu me sinto 'mais eu' quando eu estou do lado de alguém que amo. Me sinto feliz. O amor é uma coisa boa, uma coisa que não é fácil, mas boa. Eu não tenho medo de amar, não me importo em me entregar em relacionamentos que eu não sei se darão certo. Eu sou frágil. Mas mesmo assim não importo em delegar meu amor. Tenho plena ciência de que vou estar com uma outra pessoa que pode ser totalmente como eu, ou pode ser completamente diferente, em gosto, jeito e maneira de pensar e agir. O que me importa é o amor que ela me dá. Isso importa pra mim. Amar é ser correspondido é a melhor coisa que existe. É gosto mais doce, o perfume mais suave, o toque mais macio e delicado, o tom mais gostoso de se ouvir. São cordas de um instrumento, que tocadas no mesmo tom, vibram juntas. O amor está unido a felicidade. E se é essa felicidade que tanto busco se consiste no amor, vou amar sem nenhum medo de ser feliz. Mesmo que isso me traga prejuízos depois. Quem liga? Isso é apenas questão de adquirir experiência pra minha vida curta. Sou como qualquer outro ser humano apaixonado. Totalmente entregue a pessoa amada. E isso é uma coisa que não se explica. Afinal, nada que vem do amor é tão fácil e simples de se explicar.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Wonderwall - Oasis
Hoje será o dia
Que eles vão jogar tudo de volta em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo,
Ter percebido o que deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora
Andam dizendo por aí
Que o fogo no seu coração apagou
Tenho certeza que você já ouviu tudo isso antes
Mas você nunca tinha uma dúvida
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora
E todas as estradas que temos que percorrer são tortuosas
E todas as luzes que nos levam até lá nos cegam
Existem muitas coisas que eu
Gostaria de te dizer
Mas não sei como
Porque talvez
Você vai ser aquela que me salva
E no final de tudo
Você é meu muro das maravilhas
Hoje seria o dia
Mas eles nunca vão jogar aquilo em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo
Ter percebido o que você não deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto
Por você agora
Todas as estradas que levam a você até lá são tortuosas
Todas as luzes que iluminam o caminho nos cegam
Existem muitas coisas que eu gostaria de te dizer
Mas não sei como
Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é meu muro das maravilhas
Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é meu muro das maravilhas
domingo, 30 de agosto de 2009
Fear...

Nós temos medo de ter medo, temos medo de ter medo de errar, temos medo de ter medo de nos apaixonarmos, mas temos, ainda mais, medo de ter medo da morte.
Nós não gostamos de falar sobre o medo, não gostamos de dialogar sobre ele, não gostamos de tê-lo, não gostamos de expor, acima de tudo, nossos medos. Podemos ter medo de muitas coisas, medo de cair, medo de perder algo, medo da morte. Mas nunca gostamos de admitir nossos medos. Por quê? Por que nos convém dizer que somos fortes e não temos medo de nada. Ao contrário. Quando somos crianças, temos medo de tudo. Medo de escuro, medo de apanhar, medo de palhaços, medo de monstro, medo de bicho-papão. Porém, crescemos. E conosco, crescem nossos medos. E nossos medos tornam-se fobias. Fobias agudas e profundas, que demoram quase uma vida pra desaparecerem. Nós tememos muitas coisas, muitas das quais não sabemos por que temer. Somos humanos, e por sermos humanos, somos frágeis e vulneráveis a qualquer tipo de medo. O que não sabemos é: Por que ter tanto medo?
sábado, 29 de agosto de 2009
I know.

Por quê é que tão distante de você que eu mais me apaixono? Por quê é que, mesmo tão distante, eu o amo mais? É cada vez mais díficil entender por que nos amamos tanto, mas estamos tão distantes mesmo estando tão próximos, que cada vez mais, eu perco a noção do que é o amor. Minha cabeça dói, a eu perco os meus sentidos. Eu já não sinto mais nada. Estou oca, completamente vazia por dentro, gélida. Fria. Zumbidos nos meus ouvidos, paredes brancas me cercam e só me resta comtemplar o teto, buscando algo que eu teria se estivesse junto a ti. Tentando sentir o calor de sua pele através de todas essas coisas sem sentido. É nesse emaranhado de sentimentos que encontro você, sozinho, em meio a chuva fina, perdido e confuso. Calado. Olhando para o nada. E aí eu me pergunto? Por quê eu olhei diretamente em seus olhos e decidi te amar? Eu percebi que tenho a resposta. Eu tinha todo o tempo do mundo pra me apaixonar por você e justo naquele momento, em que eu olhei pro fundo dos seus olhos. Eu me perdi. Eu me perdi naquele brilho tão intenso que seus olhos continham, escuros, intensos, brilhantes. Eu nunca mais vou me esquecer daquilo. Anjo, prometa pra mim que vai continuar com aquele brilho no olhar. E que nunca mais vai me deixar esquecer disso. Exatamente como a chuva fina que caía. Eu cometi um pecado. Eu provei da maçã e tive você. Uma coisa da qual eu jamais me arrependo. Te ter. Foi uma dávida. Assim como o outono. Eu tive todo o seu amor.
Eu sei que continuo distante, mas meu amor por você continua intacto. Assim como a chuva fina, a última coisa da qual eu preciso, é ouvir você.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
I need your peace.

Ouvir sua voz. É tudo o que eu preciso hoje. Preciso de tempo, mas preciso de você. Mas do que tudo, queria estar ao seu lado, poder te abraçar, dizer pra você que está tudo bem. Queria poder dividir contigo minhas alegrias e minhas tristezas. Mas você não está ao meu lado. Então eu fico refletindo... Refletindo como seria se você estivesse do meu lado agora, pra me acalentar, afagar meus cabelos e dizer coisas bonitas ao meu ouvido, ter meu corpo junto ao seu para podermos ficarmos em silêncio, apenas para eu poder ouvir o som da sua respiração quente em minha pele. Queria que você também soubesse que nada vai mudar. Que eu vou continuar te amando, mesmo que distante. Que eu queria, além de tudo, que estivéssemos juntos para que nossos corpos estivessem unidos e para que eu pudesse dizer que te amo. Nada mais importaria para mim, se eu estivesse apenas com você ao meu lado. Você me presentearia com um pedaço de estrela e me diria que o céu era só meu. Ou só nosso. Do jeito que você preferisse. Poderíamos estar juntos, falando besteiras e rindo de qualquer coisa, passear na praia de mãos dadas, apenas pra ver o sol de pôr. Como todos os casais. Eu quero, pelo menos mais uma vez, sentir o toque macio dos seus lábios contra os meus, sentindo sua língua tocar a minha, seu hálito quente e seu perfume delicioso me envolvendo e me deixando em êxtase. É tudo isso o que quero, ter você, outra vez. Antes do adeus.
Living, learning...
Hoje eu acordei apenas para pensar, buscar inspiração. Acordei apenas pra ver o que acontece nesse mundo, pra fumar um cigarro, beber algo e talvez voltar a dormir. Acordei num intuito único de ver o sol, presenciá-lo nascer e do mesmo jeito se pôr com toda a calma do mundo. Hoje eu quis tentar ver as coisas de outra forma, daquele jeito que Deus cirou e nos deu. O nosso mundo é tão do jeito que é, porém, é um paraíso a nosso favor. Nós o destruímos e depredamos, porém, com isso, envenenanos a nós mesmos. Tentei respirar um ar diferente no dia de hoje, que, mesmo que sujo, ainda é meu ar. Acordei agradecendo à Deus por ter me deixado viver mais esse dia tão especial, mesmo que não tenha acontecido nada demais, foi mais um dia de aprendizado. Pra tudo. Tentei ver coisas do modo mais natural que existe, e aproveitá-las do jeito que elas são. Por que eu sei que um dia elas podem se tornar coisas tão raras, acredite. Eu procuro, de uma forma bem singela, ver a beleza das coisas e procuro sempre ver o bom delas, mesmo que sejam rudes e brutas como diamantes não lapidados. Eu tento ver, insistentemente o lado belo que todas as coisas apresentam e tento, dia após dia, saber o significado do que aquilo representa de importante pra mim. Mas o significado certo disso, é que vivo, agradecendo sempre a vida e aos que estão comigo, me dando o amor que eu preciso, sempre, quando eu erro ou quando eu acerto, eu aproveito as melhores coisas que a vida tem a me proporcionar, sem medo de ser feliz.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
破壊的で楽しい方法です。
"A vida me recebeu de uma forma tão estranha e prevísivel, que eu prefiro ocultar todas as histórias da minha vida."
Sou a pessoa errada, na hora errada, no lugar errado, no dia errado, no momento errado, na vida certa. Escolhas. Tudo. Apenas escolhas. Atitudes que tive, coisas que falei, momentos que vivi. Puras escolhas. A 'adrenalina' de viver em constante movimento. Eu prefiro me retrair, me aquietar. Prefiro estar longe, invés de um copo de vinho na mão, apenas água. Invés de um cigarro, um doce qualquer na boca. Escolho fazer minha vida doce mesmo que seja a vida errada no tempo certo. Sou a errante mais certa que há na minha vida. (?) Vou acertar, errar, acertar e errar de novo, até que, por mais que eu acerte, aprenda com os erros desgracentos. Silenciosa e calmamente, vou me transformando em algo que é certo. Mesmo sendo uma pessoa errada, eu sou completamente mutável. Estranhamente perfeita. Silenciosamente psicopata. Vou esquecendo tudo isso, do que quero ser, pretendo ser e me focando em uma coisa. Estar certa. Não me incomodo com o que disserem e se, alguém lerá isso, é só mais um desabafo de uma mente totalmente iludida e volátil. Talvez um dia, isso venha a ser uma lição. Eu não me preocupo, e nem me importo. O que me importa é tudo aquilo que vier.
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