Perdidos num mundo em que não conhecemos,
Vagamos sozinhos, por milhas e milhas.
Esperando a boa vontade dos humanos que nos cercam,
Por que não sabem quem somos.
Eles esperam que tomemos alguma decisão,
Mas continuamos a marchar,
Pra um lugar que não conhecemos.
Eles esperam ver nossos sorrisos,
Enquanto só temos lágrimas.
Eles esperam ver cabeças erguidas,
Enquanto nós só temos pouco a oferecer.
Não somos amantes da discórdia,
Muito menos da solidão.
Porém tivemos corações magoados e sem esperanças.
Somos quem somos, pessoas de bem, mas sem coração.
Humanos talvez, não sabemos.
Sabemos que, basta um gesto.
Pra sabermos nosso lugar.
Somos fortes, mas somos sozinhos.
Somos fracos, mas temos luz.
Nesse mundo em que somos alvos,
De um lugar em que ninguém nos conhece.
Tivemos nossas cabeças quase cortadas,
Mas nosso coração retirado.
Retraído, machucado.
Enfim, sozinhos, perdidos.
Estamos aqui, diante de todos.
De olhos aguados. De um dia nublado.
No lugar onde ninguém nos conhece.
sábado, 28 de novembro de 2009
De tantas pessoas, por que eu? Exatamente quando eu estou caindo, você vem e me estende a mão. Me impedindo de cair.
Me impedindo de acabar.
E por que?
Com tantos seres pra salvar... Por que eu? Por que me escolher?
Dizem que o monstro se esconde
E que a noite o diabo se disfarça
A cada movimento feito, é um cuidado a se tomar
Ele poderá vir atrás de você.
Eu não tenho medo de viver, e não preciso me esconder pra isso. Nessa cidade onde ninguém me vê. Principalmente você.
É tão, tão... estranho. Vazio e escuro. É como a morte da noite.
Eu vi que o perigo mora ao seu lado.
Na casa número 2.
E se você não tomar cuidado,
Sim, você não tem como escapar.
Eu desejei tanto que isso não acontecesse. Mas é como um toque do destino. As coisas mudam. Vem e vão. E é desse jeito que vou aprendendo a viver a vida.
Caindo. Caindo e levantando.
Me impedindo de acabar.
E por que?
Com tantos seres pra salvar... Por que eu? Por que me escolher?
Dizem que o monstro se esconde
E que a noite o diabo se disfarça
A cada movimento feito, é um cuidado a se tomar
Ele poderá vir atrás de você.
Eu não tenho medo de viver, e não preciso me esconder pra isso. Nessa cidade onde ninguém me vê. Principalmente você.
É tão, tão... estranho. Vazio e escuro. É como a morte da noite.
Eu vi que o perigo mora ao seu lado.
Na casa número 2.
E se você não tomar cuidado,
Sim, você não tem como escapar.
Eu desejei tanto que isso não acontecesse. Mas é como um toque do destino. As coisas mudam. Vem e vão. E é desse jeito que vou aprendendo a viver a vida.
Caindo. Caindo e levantando.
domingo, 22 de novembro de 2009
Da última vez eu me lembro de ter voado.
Voado pra longe... Me lembro de ter visto frutas. Cerejas.
Me lembro de ter visto ouro... e ter visto sangue. Me lembro de ter visto aquilo que é mais escuro.
Me lembro que também não ter visto nada.
Me lembro de ter ficado cega.
Me lembro de ter morrido. Me lembro de um hospital. Me lembro de soros, de sangue, de nostalgia.
Me lembro de ter feito tudo aquilo que eu não queria.
Me lembro de ter te deixado lá, estirado no chão. Me lembro de sirenes. Me lembro de sinos depois.
Mas de nada mais lembro quando eu vejo você.
Voado pra longe... Me lembro de ter visto frutas. Cerejas.
Me lembro de ter visto ouro... e ter visto sangue. Me lembro de ter visto aquilo que é mais escuro.
Me lembro que também não ter visto nada.
Me lembro de ter ficado cega.
Me lembro de ter morrido. Me lembro de um hospital. Me lembro de soros, de sangue, de nostalgia.
Me lembro de ter feito tudo aquilo que eu não queria.
Me lembro de ter te deixado lá, estirado no chão. Me lembro de sirenes. Me lembro de sinos depois.
Mas de nada mais lembro quando eu vejo você.
sábado, 14 de novembro de 2009
Luzes. É tudo aquilo que consigo ver. Luzes e mais luzes.
Luzes brancas em cima de mim. Todas elas me assombram.
Todos sabem que tenho medo de todas elas. E a única palavras que me vem na cabeça.
Ordem.
Falta de ordem, falta ordem. Meus dedos tremem. Tremem muito por causa de meu nervosismo e da grande quantidade de medicamentos que tomei.
Já não faço mais ideia de onde possa estar, mas sei que é um lugar bem ruim.
Pessoas correndo, azul, branco, rostos. Pessoas tentando fazer algo pra mim.
Confusão. E nada mais consigo entender. Nada me vem na mente, estou sem sentindos, estou mal. E nada mais faz sentido pra mim. Tudo escuro, tudo tão... vazio.
Sinto um corpo próximo ao meu. Mas quem será? Não ouço nada, não vejo muito bem, mas sinto alguém próximo a mim. Posso sentir sua respiração. Mas que raios de pessoa será essa?
Por um instante consigo abrir os olhos. Vejo branco. Absolutamente tudo branco. E então começo a ver a cor vermelha. Sangue. Esse eu reconheço bem.
A minutos atrás, com ele nas mãos, posso sentir, é viscoso e escarlate. E mancha. Tinha meus dedos trêmulos manchados por ele. Mas onde eu estaria?
Luzes brancas em cima de mim. Todas elas me assombram.
Todos sabem que tenho medo de todas elas. E a única palavras que me vem na cabeça.
Ordem.
Falta de ordem, falta ordem. Meus dedos tremem. Tremem muito por causa de meu nervosismo e da grande quantidade de medicamentos que tomei.
Já não faço mais ideia de onde possa estar, mas sei que é um lugar bem ruim.
Pessoas correndo, azul, branco, rostos. Pessoas tentando fazer algo pra mim.
Confusão. E nada mais consigo entender. Nada me vem na mente, estou sem sentindos, estou mal. E nada mais faz sentido pra mim. Tudo escuro, tudo tão... vazio.
Sinto um corpo próximo ao meu. Mas quem será? Não ouço nada, não vejo muito bem, mas sinto alguém próximo a mim. Posso sentir sua respiração. Mas que raios de pessoa será essa?
Por um instante consigo abrir os olhos. Vejo branco. Absolutamente tudo branco. E então começo a ver a cor vermelha. Sangue. Esse eu reconheço bem.
A minutos atrás, com ele nas mãos, posso sentir, é viscoso e escarlate. E mancha. Tinha meus dedos trêmulos manchados por ele. Mas onde eu estaria?
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Amigo... O que muda em nossa vida quando sabemos o significado dessa palavra? Bem amigo, queria primeiro que você soubesse que sem você, eu não saberia algumas coisas que sei, não seria algumas coisas que sou. E principalmente, não saberia encarar isso sozinha. De mãos dadas contigo pude aprender coisas que não sabia, e viver coisas que nunca tinha sequer ouvido falar. Acho que de uns tempos, você se tornou alguém essencial em minha vida. Pessoas como você... tão raras de se encontrar. Tenho vontade de te abraçar. De te transformar em um urso de pelúcia e te deixar lá, na minha redoma de vidro... pra sempre. Mas sabe, ter você comigo é uma ótima idéia. De tudo. E mesmo que eu pareça distante, você sabe muito bem o que faz comigo. Você me conforta, e eu agradeço imensamente por isso.
Só o que lhe peço é que você esteja sempre comigo. Que nunca se afaste. Para que possa me acalentar. Para que possa estar comigo, simplesmente por estar. Simplesmente pra que sua presença me faça rir. Para que eu possa chorar no seu colo quando tudo tiver fim. Pra que eu possa perturbar você. E por mais idiota que isso pareça, o melhor amigo se resume a você.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Missing.
Sabe quando você sente que falta algo? Você procura, procura, procura. E nunca acha?
Você se sente vazio, e sente apenas que tudo não passou de coisas da sua cabeça?
Me sinto assim. Sozinha. Vazia.
E tão perdida.
Tão estática. Automática. Tão deserta.
Friamente calculada.
Extensamente... vã.
Você se sente vazio, e sente apenas que tudo não passou de coisas da sua cabeça?
Me sinto assim. Sozinha. Vazia.
E tão perdida.
Tão estática. Automática. Tão deserta.
Friamente calculada.
Extensamente... vã.
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