Eu quero sentir teu corpo. Eu quero tocar você.
Eu quero apenas mais um motivo pra estar perto de você. Sentir sua pele, seus toques, sua boca. Ah, o gosto doce de sua boca. Sua boca tão fina e rosada e ao mesmo tempo tão convidativa. Me faz querer beijá-la mais e mais. Me faz querer ter você a cada instante, querer te sentir dentro de mim. Querer que você me possua, que você profira as palavras obscenas que sabe que eu gosto de ouvir quando estamos juntos. Quando nossos corpos se movimentam, trabalhando juntos em busca do prazer.
Quando eu estou com você.
Enquanto o meu suor mistura-se com o seu, sentimentos esvaiam-se. E com eles, sorrisos vitoriosos por termos alcançado nosso auge de prazer. É como se tudo isso valhesse a pena, mesmo que seja totalmente errado. Você sabe que eu sou insana, pecadora, vadia. E tenho todos os motivos do mundo pra que você acredite em mim. Você gosta de ouvir gemidos, os meus gemidos. Gemidos sujos que proferem o seu nome enquanto você se ocupa em tomar meu corpo pra si. Enquanto estamos em busca de satisfação. Juntos. Em um ritmo único.
Afogados na sujeira sexual. Eu e você, sozinhos.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Hey, my love. Look at me, I'm here!
Ela pensou... pensou que perderia aquilo que já havia conquistado em sua vida. Pensou que tudo seria mais fácil se as coisas fossem menos doloridas... pensou na família... Não poderia abandoná-los. Ou poderia? Pensou em tudo. Finalmente, pensou nele. Pensou no que poderia acontecer.
Aconteceria algo?
Recordou-se das inúmeras vezes em que ele dissera que a amava. Enquanto ela estava em seus braços fortes, sendo acalentada por ele. Fazia tanto sentido. Mas depois recordou-se das noites frias e vazias que passava, sem tê-lo para abraçá-la e dizer que tudo estava bem e que ela não precisava preocupar-se com absolutamente nada.
Era isso que ela pensava quando ele lhe dizia aquilo... mas e as outras noites?
As outras noites em que ele chegava em casa cheirando a álcool e cigarros, e um perfume barato impregnado em suas roupas. Das vezes em que ele só a olhava quando se deitava pra dormir, e mesmo assim nenhum sussurro de 'boa noite' ela ouvia.
As malditas vezes em que ela chorava. Chorava por ele não prestar atenção na situação que se passava. Sussurros magoados. Por que ele não retribuía o carinho. Por que ele não a via com os mesmos olhos de antes.
Por que acabara o amor. E ela não queria admitir. Ela se dizia forte. Ou era isso que pensava ser... diante dele.
Foi embora. Deixando tudo para trás, lembranças, tristezas, sorrisos e o amor.
Ela não queria admitir a perda, mas não queria chamar a atenção.
"Hey meu amor, eu estou aqui."
Ela queria ser amada. De novo. Queria ter alguém melhor.
Ela não queria sentir mais as consequencias de uma vida tão injusta.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Uma chuva de flocos de açúcar.
A vida é linda. Pode acreditar. Mesmo que aconteça tudo aquilo que acontece, ela é linda, de qualquer jeito. Ela é doce e saborosa. Uma vez me disseram que existem pessoas doces, salgadas, amargas, ácidas e apimentadas. Uma é o oposto da outra. Cada uma delas é diferente, com sua própria personalidade. Buscando, em cada lugar que elas atuam, saber sempre mais. Pessoas doces fornecem carinho, pessoas salgadas oferecem tristeza, pessoas amargas oferecem rancor, os ácidos, humor negro. Os apimentados são a adição de tudo isso. É incrível como pessoas tão iguais parecem tão diferentes vistas de outro posto de vista. É estranho e totalmente tenso, eu sei. Mas é uma coisa tão... sutil. É, estranho, mas muito sutil. Com o passar dos anos fui várias pessoas. Doce, salgada, amarga e ácida. Me tornei apimentada, num estágio mais... agridoce, digamos. Tudo depende de seu ponto de vista, da opinião que melhor lhe cabe. Eu fiz meu mundo mais colorido, e da pimenta extraí as coisas mais doces e mais felizes. Sim, eu sou feliz. E minha felicidade é completa e inteira. Mas é tudo questão de tempo e até mesmo observação.
Eu quero oferecer, tudo o que há de doce em mim, mesmo que parece até pouco, não importa, quero compartilhar o sabor açucarado que a pimenta tem. Compartilhar esse gosto rude e ao mesmo tempo suave. Quero distribuir, essa é a palavra, distribuir a sinceridade na doçura inocente. Onde tudo que eu quiser será do meu sabor. O que há de mais doce em minha vida. Assim como uma chuva de flocos de açúcar.
Eu quero oferecer, tudo o que há de doce em mim, mesmo que parece até pouco, não importa, quero compartilhar o sabor açucarado que a pimenta tem. Compartilhar esse gosto rude e ao mesmo tempo suave. Quero distribuir, essa é a palavra, distribuir a sinceridade na doçura inocente. Onde tudo que eu quiser será do meu sabor. O que há de mais doce em minha vida. Assim como uma chuva de flocos de açúcar.
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